Nossa linha editorial é conservadora e de direita, orientada pela preservação de princípios éticos, morais e religiosos, pela valorização da família, pela defesa da propriedade privada e pelo respeito à dignidade de cada pessoa.
Reconhecemos na tradição cristã uma referência para os valores que defendemos. Afirmamos, ao mesmo tempo, a liberdade religiosa de todos, incluindo o direito de professar outras crenças ou de não seguir uma religião. A convivência exige respeito à consciência e às escolhas individuais.
Defendemos as liberdades de expressão, de pensamento e de opinião. Entendemos que esses direitos devem ser exercidos com responsabilidade e respeito aos direitos dos demais. Divergir faz parte da vida em sociedade; discordar de uma ideia não autoriza desrespeitar quem a manifesta.
Nossa identidade editorial orienta as posições que assumimos, mas não substitui a apuração jornalística. Temos o compromisso de verificar informações, contextualizar acontecimentos, ouvir os envolvidos e distinguir fatos comprovados, alegações e interpretações. Não consideramos afinidade política, ideológica ou religiosa motivo para dispensar o exame crítico de pessoas, instituições ou governos.
Nas reportagens, buscamos precisão, clareza e fidelidade aos fatos. Nos editoriais, expressamos a posição do veículo. Nos artigos e nas colunas, identificamos o caráter opinativo e a autoria dos textos. Essa distinção permite ao leitor reconhecer quando recebe uma informação e quando acompanha uma análise ou um posicionamento.
Assumimos o dever de corrigir erros identificados e de acolher contestações fundamentadas. Defendemos o debate público livre, inclusive quando questiona nossas próprias posições.
Acreditamos em um jornalismo que possa assumir seus valores com transparência, fiscalizar o poder e respeitar a liberdade do leitor de formar seu próprio julgamento.


