Jorginho Mello veta repasse de R$ 20 milhões da Alesc para
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ATITUDE TOTALITÁRIAJorginho Mello veta repasse de R$ 20 milhões da Alesc para vítimas das chuvas no Sul de SC

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O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, manifestou-se contrário à iniciativa da Assembleia Legislativa do Estado (Alesc) de destinar R$ 20 milhões em recursos para auxiliar as famílias afetadas pelas fortes chuvas que atingiram a região Sul catarinense nesta semana. Em entrevista concedida durante visita ao extremo Sul do estado, o governador afirmou que a Assembleia não pode simplesmente repassar dinheiro sem sua autorização e que qualquer avaliação sobre o assunto ficará para depois das eleições.

A Bancada do Sul da Alesc havia aprovado, em reunião extraordinária na última quarta-feira (23), a destinação dos recursos provenientes da economia do Legislativo para a Defesa Civil de Santa Catarina. O objetivo era que os valores fossem repassados aos municípios atingidos, permitindo que as prefeituras atendessem às necessidades emergenciais das famílias desalojadas ou desabrigadas.

Segundo informações da Defesa Civil estadual, oito cidades do Sul do estado decretaram Situação de Emergência devido às tempestades: Timbé do Sul, Criciúma, Turvo, Araranguá, Forquilhinha, Ermo, Meleiro e Nova Veneza. A medida visa facilitar a liberação de recursos e agilizar o atendimento à população afetada.

Em sua declaração, Jorginho Mello afirmou que é necessário que a Assembleia faça um pedido formal ao governo para que os recursos sejam analisados. “Eu tenho que esperar pedirem para mim. A Assembleia não tem condições de dar dinheiro para ninguém. A Assembleia tem que pedir para mim, para o governo, e quando chegar o pedido, eu vou avaliar depois da eleição”, declarou. O governador ainda completou: “Agora é época de campanha, ninguém pode estar fazendo cortesia com o chapéu dos outros. Vou avaliar um por um dentro da técnica, dentro do que a Secretaria de Proteção e Defesa Civil faz, para que a gente possa atender, se for o caso”.

A fala do governador gerou repercussão e coloca em dúvida a efetivação do auxílio emergencial aprovado pela Alesc. Enquanto isso, os municípios atingidos aguardam por medidas concretas que possam minimizar os prejuízos causados pelas chuvas intensas.

Fonte: TN Sul

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