Ministério da Prosperidade: a proposta de Flávio Bolsonaro
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PROPOPSTA INOVADORAMinistério da Prosperidade: a proposta de Flávio Bolsonaro que pode levar Pablo Marçal ao governo

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Na fase final do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) tem dado destaque à ideia de instituir um Ministério da Prosperidade. O tema foi levantado no primeiro debate entre ele e Lula (PT) e ganhou detalhamento nos programas eleitorais veiculados na televisão.

O objetivo central da nova pasta seria ampliar o acesso a oportunidades para quem deseja estudar ou conseguir financiamento para montar o próprio negócio. A proposta não consta formalmente no plano de governo entregue à Justiça Eleitoral, mas vem sendo divulgada como uma maneira de aglutinar iniciativas de assistência social, capacitação profissional e estímulo à inovação e ao empreendedorismo.

De acordo com a campanha, o novo ministério absorveria funções hoje atribuídas ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Além disso, parte das ações anunciadas para a pasta também é executada atualmente por órgãos como o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e o Ministério do Trabalho.

No documento oficial de seu plano de governo, Flávio Bolsonaro defende a transformação da Caixa Econômica Federal em um “Banco da Prosperidade”, que teria como meta ampliar as linhas de crédito e o suporte a empreendedores.

O coach Pablo Marçal, que ficou em terceiro lugar na disputa pela prefeitura de São Paulo em 2024, tem atuado como consultor informal da campanha de Flávio no segundo turno. Seu nome é apontado como possível ocupante do comando do chamado “Ministério da Prosperidade” caso o candidato do PL saia vitorioso no pleito do próximo domingo (25).

Em entrevistas, questionado sobre o assunto, Marçal tem evitado confirmar a indicação e afirma que Flávio Bolsonaro seria o “treinador” encarregado de definir a composição de sua equipe de governo.

A eleição presidencial de 2026 teve seu primeiro turno realizado no início de outubro. Flávio Bolsonaro (PL) obteve 47,03% dos votos válidos, somando 56.104.503 sufrágios, enquanto Lula (PT) alcançou 45,16%, com 53.879.538 votos.

Os demais candidatos tiveram desempenho bem menos expressivo. O escritor Augusto Cury (Avante) ficou com 2,89% (3.448.569 votos); Renan Santos (Missão) conquistou 2,24% (2.675.887); Ronaldo Caiado (PSD) somou 2,18% (2.605.148); e Zema (Novo) registrou 0,27% (326.488).

Na sequência, Samara (UP) obteve 0,10% (122.911 votos); Hertz Dias (PSTU), 0,04% (43.103); Clariana Barao (DC), 0,03% (40.043); Edmilson Costa (PCB), 0,02% (22.693); Veterinário Wilson Grassi (Democrata), 0,01% (16.881); e Rui Costa Pimenta (PCO), 0,01% (15.024).

A definição do próximo presidente da República ocorrerá no segundo turno, marcado para o próximo domingo (25), quando os eleitores escolherão entre Flávio Bolsonaro e Lula.

Fonte: NSC Total

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