GREVEProfessores da Afasc iniciam segundo dia de greve em Criciúma

Professores da Afasc em Criciúma seguem em greve pelo segundo dia, sem nova proposta da instituição. Sindicalistas alertam para impacto em 40 CEIs.

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Os professores da Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc) iniciaram o segundo dia de greve nesta quarta-feira, dia 13. A categoria está concentrada no CEI Afasc Professor Lapagesse, na área central da cidade, para reforçar a paralisação que começou na terça-feira.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino da Região Sul de Santa Catarina (STEERSESC), José Argente Filho, a adesão é forte, com cerca de 800 professores em greve. Dos 40 Centros de Educação Infantil (CEIs) geridos pela Afasc, apenas três estão parcialmente abertos. “Até o momento, não recebemos nenhuma notificação e não fomos chamados para uma nova negociação”, afirmou.

Em relação à decisão do prefeito Vagner Espindola de distribuir kits de alimentação para as famílias, Filho comentou: “Toda ação tem uma reação. Os alimentos possuem prazo de validade e realmente precisam ser usados”. Ele também criticou a possibilidade de o Sesi assumir a educação infantil municipal: “O prefeito está ameaçando romper o contrato e colocar o Sesi no lugar da Afasc, sendo que nós aceitamos o mesmo salário que o Sesi paga, já que eles recebem R$ 26,66 por hora e nós recebemos R$ 14”.

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Atualmente, os professores da Afasc recebem R$ 3.133,62 por 40 horas semanais. A instituição ofereceu reajuste de 5,36%, elevando o salário para R$ 3.301,58, mas a proposta foi rejeitada em 27 de abril. Na sexta-feira anterior, o sindicato apresentou uma contraproposta de 6,36%, também recusada por unanimidade. O piso nacional do magistério para 40 horas é de R$ 5.130,63.

Fonte: Engeplus

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