POLÍTICACom André do Prado no Senado, Alesp começa a movimentar sucessão

A pré-candidatura do presidente da Alesp ao Senado em 2026 reacende a disputa pela presidência da Casa, com PL, PT e PSD de olho no cargo.

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A pré-candidatura do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), deputado estadual André do Prado (PL), ao Senado Federal em 2026 reacendeu o debate sobre a sucessão na Casa. Reeleito presidente, ele já estava impedido de disputar novamente o cargo, mas a confirmação de sua candidatura ao Senado intensificou as movimentações nos bastidores.

O PL, partido de André do Prado, quer manter a presidência da Alesp e, para isso, já articula nomes como os dos deputados estaduais Alex Madureira, Oseias de Madureira e Thiago Auricchio. A legenda espera continuar com a maior bancada após as eleições de 2026, atualmente com 22 deputados (contra 19 no início do mandato) e projeção de chegar a 23.

Já o PT, segunda maior bancada com 17 deputados, projeta conquistar entre 18 e 25 cadeiras. Enquanto isso, o PSD, liderado por Gilberto Kassab, entrou com força na disputa. O partido inchou sua bancada para 11 deputados após atrair quase todos os parlamentares do PSDB antes do fim da janela partidária. O PSD pretende rivalizar com o PL argumentando que o PL já foi contemplado na chapa majoritária de Tarcísio de Freitas (governador), enquanto o PSD ficou de fora após a saída do vice-governador Felício Ramuth.

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Tradicionalmente, a presidência da Alesp fica com o partido de maior bancada, enquanto a segunda maior legenda ocupa a principal cadeira da mesa diretora. Nos últimos anos, esse acordo foi selado entre o governo e a oposição, com o PT apoiando o candidato da gestão atual.

Fonte: Jovem Pan

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