A Secretaria Municipal de Assistência Social, Mulher e Família promoveu, nesta terça-feira (26), um treinamento voltado aos seus servidores e a equipes de outras pastas, incluindo Proteção e Defesa Civil, Saúde, Agricultura, Bem-Estar Animal e Polícia Municipal. O evento ocorreu no auditório da sede da secretaria e teve como foco o fortalecimento de estratégias para preparação de abrigos temporários, resposta a emergências e gestão de riscos diante de possíveis desastres naturais.
A capacitação foi ministrada por Regina Panceri, doutora em assistência social e gerente de Pesquisa e Extensão da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil, que acumula mais de 15 anos de experiência na área de Gestão de Riscos e Desastres. Durante a apresentação, ela detalhou um guia para instalação, organização e proteção social em situações de desastre, com ênfase na gestão e funcionamento de abrigos temporários, destacando a integração entre o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e a Defesa Civil na resposta a emergências.
Entre os temas abordados estavam as responsabilidades das esferas federal, estadual e municipal; o trabalho em rede e o planejamento unificado para acolhimento de famílias; a matriz de preparação dos serviços essenciais e os critérios funcionais para abrigos temporários. Também foram discutidas as atribuições das equipes, o papel dos voluntários, os cuidados psicossociais e os desafios operacionais envolvendo animais domésticos.
O secretário adjunto de Assistência Social, Mulher e Família, Luiz Sérgio Medeiros de Jesus Júnior, um dos responsáveis pela organização dos abrigos, ressaltou a importância da assistência social no acolhimento e proteção das famílias. “As capacitações são fundamentais para fortalecer o preparo da nossa equipe diante de situações de emergência e calamidade”, afirmou.
Segundo a palestrante, gerenciar um abrigo significa gerenciar o risco de um desastre secundário, pois a infraestrutura garante a sobrevivência, e a empatia na gestão restaura a dignidade. “O abrigo não é o destino final, é a ponte segura para a reconstrução da vida”, destacou.
Fonte: Pref. de Tubarão






















