Com a lesão grave sofrida por Neymar durante a partida contra a Sérvia, a corrida contra o tempo para sua recuperação se tornou prioridade na comissão técnica da seleção brasileira. Entre as opções estudadas, estão tratamentos inovadores e até mesmo métodos proibidos pela FIFA, visando aumentar a velocidade de regeneração do atleta.
Entre os procedimentos considerados, destacam-se o uso de ultrassom terapêutico e laser de baixa intensidade, que buscam estimular a cicatrização dos tecidos e reduzir a inflamação. Essas técnicas, amplamente utilizadas na fisioterapia esportiva, podem ser combinadas para potencializar os resultados.
Além disso, a equipe médica avalia a aplicação de um tratamento conhecido como ‘sangue rico em plaquetas’ (PRP), que é proibido em competições oficiais pela Agência Mundial Antidoping (WADA). O método consiste na injeção de plasma concentrado do próprio jogador para acelerar a regeneração, mas seu uso é vetado por questões éticas e de segurança.
Apesar da pressão e do desejo de contar com o craque na Copa, os médicos alertam para os riscos de uma recuperação precipitada. O prazo de retorno aos gramados é incerto, e qualquer decisão deve priorizar a saúde do atleta a longo prazo. A CBF mantém sigilo sobre os tratamentos adotados, mas promete atualizações conforme o avanço da recuperação.






















