A conquista do título mundial em 2022 marcou o ápice da trajetória de Lionel Messi. Quatro anos depois, mesmo com o vice-campeonato na final da Copa do Mundo de 2026 para a Espanha, o craque argentino encerra o torneio com um novo objetivo: atingir mil gols na carreira.
Aos 39 anos, o camisa 10 mantém alto rendimento e segue quebrando recordes, consolidando-se entre os maiores da história. Agora, sua meta individual é alcançar um número imortalizado por Pelé.
Após o Mundial de 2026, Messi soma 919 gols por Barcelona, Paris Saint-Germain, Inter Miami e seleção argentina. Portanto, faltam 81 gols para chegar ao milésimo.
Embora a distância pareça grande, o retrospecto recente indica que não é impossível. Nas últimas duas temporadas e meia, o argentino marcou 98 gols em 117 partidas, média de 0,83 gol por jogo. Mantendo esse aproveitamento, seriam necessárias aproximadamente 98 partidas para balançar as redes mais 81 vezes.
A regularidade de Messi nas últimas temporadas reforça a viabilidade do objetivo. Em 2024, foram 29 gols em 36 jogos; em 2025, 46 em 54; e em 2026, 23 em 27 compromissos, incluindo a Copa do Mundo. Assim, mantido o ritmo, a marca pode ser alcançada por volta de 2028, quando Messi terá 41 anos.
Considerando também amistosos por clubes, o total sobe para 958 gols — 39 em jogos de pré-temporada: 32 pelo Barcelona, dois pelo PSG e cinco pelo Inter Miami. Porém, esses gols não são contabilizados na corrida oficial pelo milésimo.
A disputa pelo milésimo gol também envolve Cristiano Ronaldo, maior rival de Messi. O português está à frente: faltam apenas 24 gols para ele atingir a marca, o que o torna favorito. Ainda assim, o argentino segue na briga, especialmente se mantiver o desempenho recente pelo Inter Miami e pela seleção. “Messi é o maior da história, não há mais dúvida”, declarou o técnico Lionel Scaloni.
Fonte: CNN Brasil

























