A atriz Julie Andrews, de 90 anos, quebrou o silêncio ao aparecer em um vídeo institucional para o 7º Congresso Mundial de Parkinson, organizado pela World Parkinson Coalition. A estrela, que vive longe dos holofotes, fez um apelo global pela continuidade das pesquisas científicas e destacou o impacto devastador da doença neurológica.
Na gravação, Andrews declarou: ‘Sua participação é inestimável enquanto buscamos a cura para essa doença terrível. Sei muito bem o quão devastadora ela pode ser’. A artista, que ganhou o Oscar por ‘Mary Poppins’ e o Globo de Ouro por ‘A Noviça Rebelde’, dirigiu suas palavras a cientistas, médicos e pacientes participantes do evento.
A atriz pediu união no combate à enfermidade: ‘Que todos nós possamos ser um farol de luz para frear o avanço dessa doença. Contem com o meu apoio como uma aliada nessa jornada. Obrigada’, concluiu.
Apesar da discrição, Julie Andrews continua ativa na indústria do entretenimento. Ela empresta sua voz a Lady Whistledown, na série ‘Bridgerton’, um dos maiores sucessos da Netflix. Esse trabalho rendeu à atriz o prêmio de Melhor Performance de Voz no Creative Arts Emmy Awards de 2024.
O vídeo foi divulgado durante o congresso, que reúne especialistas e pacientes para discutir avanços e desafios no tratamento do Parkinson. A doença afeta milhões de pessoas no mundo, causando sintomas como tremores, rigidez muscular e dificuldades de equilíbrio.
Andrews, conhecida por seu papel como Rainha Clarisse Renaldi na franquia ‘O Diário da Princesa’, tem se mantido afastada da mídia, mas não hesitou em usar sua influência para apoiar uma causa que considera urgente.
A participação da atriz reforça a importância de figuras públicas se engajarem em campanhas de saúde. A Organização Mundial da Saúde estima que o Parkinson atinja cerca de 10 milhões de pessoas globalmente.
O Congresso Mundial de Parkinson ocorre periodicamente e busca promover colaboração internacional. A edição atual conta com palestras, workshops e debates sobre terapias inovadoras e qualidade de vida dos pacientes.
Fonte: NSC Total























