
Milho segue travado no Brasil com Chicago volátil e mercado cauteloso
O mercado brasileiro de milho registra negócios limitados, influenciado pela volatilidade em Chicago, câmbio e cautela dos agentes diante da safrinha.



O mercado brasileiro de milho registra negócios limitados, influenciado pela volatilidade em Chicago, câmbio e cautela dos agentes diante da safrinha.

A União Europeia atualizou a lista de países habilitados a exportar produtos de origem animal, com novas regras sobre antimicrobianos na pecuária, o que preocupa o setor produtivo brasileiro quanto a possíveis barreiras comerciais.

Exportações brasileiras de algodão avançam em ritmo recorde, com preços internos firmes e mercado externo pressionado por dados do USDA.

Dado de inflação americano acima do esperado eleva temor de juros altos, derruba bolsas na Europa e Ásia e faz Ibovespa cair quase 1% na abertura.

Produtores de soja em Mato Grosso reduziram a comercialização da safra 2025/26 em abril, com preços em queda. Safra futura 2026/27 também tem vendas abaixo da média.

Após meses de alta, preços da ureia granular caem globalmente, com destaque para Oriente Médio e China. Mercado aguarda tender indiano para definir rumos.

Consultor alerta para cenário desafiador com custos elevados, risco climático e queda na produtividade do milho. Soja sobe em Chicago, mas câmbio limita ganhos.

Vendas da safra 2026/27 de milho em MT atingem apenas 2,75%, atraso de 1,10 ponto percentual ante 2025, devido a incertezas climáticas e altos custos.

Cotações do arroz caíram para entre R$ 57 e R$ 59 por saca na Fronteira Oeste do RS, e setor aponta leilões como causa de interpretação equivocada que pressiona o mercado físico.

Na primeira semana de maio de 2026, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,7 bilhões, puxado por exportações agropecuárias e industriais.