
Milho segue travado no Brasil com Chicago volátil e mercado cauteloso
O mercado brasileiro de milho registra negócios limitados, influenciado pela volatilidade em Chicago, câmbio e cautela dos agentes diante da safrinha.



O mercado brasileiro de milho registra negócios limitados, influenciado pela volatilidade em Chicago, câmbio e cautela dos agentes diante da safrinha.

Consultor alerta para cenário desafiador com custos elevados, risco climático e queda na produtividade do milho. Soja sobe em Chicago, mas câmbio limita ganhos.

Vendas da safra 2026/27 de milho em MT atingem apenas 2,75%, atraso de 1,10 ponto percentual ante 2025, devido a incertezas climáticas e altos custos.

As exportações do agronegócio do Rio Grande do Sul cresceram 37,6% em abril de 2026, somando US$ 1,17 bilhão, puxadas por soja, milho e carnes. A China retomou a liderança entre os destinos.

O USDA divulgou projeções para a safra 2026/27, com estoques de soja abaixo das expectativas, enquanto milho superou estimativas. Mercado acompanha impactos.

Consultoria AgResource projeta produção recorde de soja em 2026, enquanto safras de milho e trigo devem recuar, elevando sustentação de preços internacionais.

Itaú BBA reduziu previsão de embarques de 44 para 40 milhões de toneladas, abaixo das 41,6 milhões da safra anterior, devido à concorrência e ao real fortalecido.
Paraná exporta 3.879 toneladas de carne de peru no primeiro trimestre, alta de 34,1%, com receita de US$ 18,4 milhões. Frango vivo sobe 0,7% em abril. Milho safrinha tem 84% das lavouras em boas condições. Produção de tangerina cresce 22,1%.

A colheita da safra de verão 2025/26 de milho no Centro-Sul alcançou 85,3% da área, abaixo do ritmo histórico, com destaque para o Sul que lidera os trabalhos.

Produção de 356,3 milhões de toneladas em 2025/26 aquece mercado de trabalho, com vagas em tecnologia, logística e indústria.