COM INGERÊNCIASGilmar libera escolas cívico-militares, mas veta militares como professores e diretores

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, relator do processo que analisa as escolas cívico-militares de São Paulo, propôs a liberação do modelo no país, mas com regras específicas. Entre as condições, fica proibido que agentes das forças de segurança assumam aulas e a direção das escolas. Além disso, as normas sobre ‘padrões estéticos’ devem ‘contemplar as manifestações culturais e religiosas brasileiras, inclusive de seus segmentos minoritários’.

A implementação do modelo em São Paulo foi interrompida em agosto de 2024 pela Justiça de São Paulo. Em novembro, Gilmar Mendes concedeu uma liminar liberando o processo. Agora, o plenário do STF analisa a constitucionalidade do programa.

Gilmar Mendes é relator de duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (Adins) apresentadas pelo PSOL e pelo PT contra a lei paulista que institui o programa nas escolas públicas estaduais e municipais de educação básica. A decisão final do STF definirá os rumos do modelo em todo o país.

Fonte: O GLOBO

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