Nos últimos dias, integrantes do núcleo bolsonarista intensificaram articulações junto ao governo dos Estados Unidos para retomar sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, com base na Lei Magnitsky. Segundo fontes ouvidas pela Jovem Pan, do ponto de vista burocrático, a medida estaria pronta e dependeria apenas de uma autorização verbal do presidente Donald Trump.
O tema ganhou força após reuniões realizadas nesta semana em Washington por integrantes do grupo com autoridades americanas. De acordo com interlocutores ligados a Flávio e ao deputado Eduardo Bolsonaro, a retomada das sanções foi discutida diretamente em agendas paralelas mantidas pelo grupo conservador brasileiro na capital americana.
As sanções previstas na Lei Magnitsky permitem ao governo dos EUA congelar bens e proibir a entrada no país de pessoas acusadas de violações de direitos humanos. A medida já foi aplicada contra outros alvos internacionais, mas sua eventual aplicação a um ministro do STF seria inédita e poderia gerar tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos.
Até o momento, nem o Ministério das Relações Exteriores do Brasil nem o STF se pronunciaram oficialmente sobre o assunto. A Casa Branca também não confirmou os encontros nem a possibilidade de retomar as sanções contra Alexandre de Moraes.
Fonte: Jovem Pan





















