O prazo para que aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) realizem o cadastro biométrico está chegando ao fim. Conforme o novo cronograma divulgado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos em abril, os beneficiários têm apenas seis meses para concluir o procedimento.
A medida atinge também os demais segurados de programas sociais vinculados ao governo federal. Antes da publicação da portaria que alterou as regras, quem solicitasse benefícios poderia ser obrigado a apresentar a biometria já a partir de maio de 2026.
De acordo com o governo, a extensão do prazo foi adotada para dar mais tempo aos cidadãos para realizarem gratuitamente a coleta biométrica por meio da Carteira de Identidade Nacional (CIN). A intenção é evitar transtornos durante o período de adaptação às novas exigências.
A prorrogação também deve facilitar a integração entre os sistemas públicos e reduzir o risco de filas e problemas no atendimento aos segurados. Quem ainda não possui cadastro biométrico em nenhuma base oficial precisará emitir a nova CIN a partir de janeiro de 2027.
Já para aqueles que já têm biometria registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou no passaporte, a exigência da CIN passa a valer apenas em janeiro de 2028, conforme a Portaria SGD/MGI nº 2.907/2026.
O primeiro passo para obter a CIN é acessar o portal gov.br/identidade, selecionar o link de agendamento do estado e marcar a coleta biométrica. No dia do atendimento, é necessário levar certidão de nascimento ou de casamento. A versão digital da CIN permite incluir outros documentos, como CNH e título de eleitor.
Fonte: ND+





















