SENADOMichelle Bolsonaro decide até sábado se será candidata ao Senado pelo DF

publicidade

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro declarou que tomará até o próximo sábado (1º) a decisão sobre concorrer ao Senado pelo Distrito Federal. Em conversa com a imprensa, ela mencionou que o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro influencia diretamente nessa escolha.

Segundo Michelle, o capitão reformado “não está bem” emocionalmente por estar afastado dos filhos. Essa declaração ocorreu depois que o presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que caberia a Bolsonaro decidir sobre a eventual candidatura da ex-primeira-dama.

Mesmo com a indefinição sobre o próprio nome, Michelle adiantou que vai apoiar a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) na disputa pelo Senado. O anúncio foi feito durante entrevista coletiva, na qual também destacou a importância da união das forças conservadoras no DF.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e a governadora Celina Leão (PP) já haviam confirmado, na quinta-feira (30), que Michelle e Bia Kicis encabeçariam a chapa ao Senado. A confirmação ocorreu durante a convenção estadual do Republicanos, quando Damares discursou ao lado da deputada.

“Imagine, Bia. Eu, você e Michelle Bolsonaro. Essas três mulheres juntas ajudando a Celina e o Gustavo [Rocha] a governar o DF”, declarou a senadora. Damares também ofereceu a Bia Kicis a possibilidade de migrar para o Republicanos, dizendo que a legenda a receberia de braços abertos.

Celina Leão aproveitou o evento para criticar o governo federal e elogiou as duas pré-candidatas. “Se vocês olharem o que está virando o nosso país. A picanha que nunca chegou. As contas que estão em casa para pagar. Os juros de banco que chegam a 15% e 16% ao ano. E é isso que essas mulheres, no Senado Federal, Michelle e Bia, vão defender e vão honrar”, afirmou a governadora.

Apesar da indefinição sobre a candidatura, Michelle apareceu em um banner ao lado de Damares e Celina, instalado próximo ao palco principal da convenção. A peça reacendeu a expectativa de que a ex-primeira-dama possa disputar uma vaga no Senado.

Nos bastidores, o movimento é visto como uma aproximação política: Michelle, que não integra a campanha de Flávio Bolsonaro (PL), tem se aproximado de Celina Leão e já declarou apoio à reeleição da governadora, o que a coloca em sintonia com aliados do Executivo local, mesmo sem um palanque oficial estruturado.

Fonte: Jovem Pan

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe

publicidade