A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) promoveu, na quinta-feira (13), um encontro com representantes das 12 equipes que disputarão a Superliga Masculina na temporada 2026/2027. O objetivo foi ajustar os últimos detalhes do campeonato e traçar o planejamento para o próximo ciclo.
Durante os dois dias de reunião, a entidade apresentou o panorama da competição, incluindo a definição da tabela básica e as datas principais. Os clubes tiveram a oportunidade de debater o calendário e sugerir ajustes na organização do torneio.
Um dos pontos centrais foi a presença do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), representado pelo gerente de Esportes e Relações Institucionais, Emerson Luiz Appel. Ele detalhou os aportes financeiros destinados ao desenvolvimento do voleibol e destacou a relevância da colaboração entre o comitê e as agremiações.
A transmissão das partidas também entrou na pauta. O Grupo Globo apresentou um balanço da evolução do consumo do esporte, que teve crescimento expressivo nos últimos anos, tanto em audiência quanto em interações nas plataformas digitais.
Para a próxima temporada, está garantida a cobertura integral dos jogos pela Globo, sendo que a GETV transmitirá, no mínimo, um duelo por rodada. A ampliação da presença na mídia busca aumentar o alcance da Superliga e fidelizar ainda mais o público.
Os clubes também analisaram o desempenho financeiro da edição anterior, com dados sobre despesas, arrecadação e os valores distribuídos às equipes, incluindo bonificações e prêmios.
Na área técnica, o presidente da Comissão Brasileira de Arbitragem de Voleibol (COBRAV), Rogério Espicalsky, comandou uma palestra sobre as novas diretrizes. A principal alteração é o aumento do número de substituições por set, que passa de seis para oito.
Espicalsky também chamou a atenção para a arbitragem mais rigorosa em lances de condução e nos chamados ataques irregulares, conhecidos como toque-ataque.
O gerente de Competições de Quadra da CBV, Marcelo Elgarten, avaliou positivamente o encontro, destacando que a proximidade entre a entidade e os clubes é fundamental para o crescimento do torneio.
Para ele, a imersão presencial permite que as partes contribuam de forma conjunta para o futuro da Superliga, fortalecendo o espírito de cooperação.
Entre os representantes das equipes, o coordenador do Sesi Bauru, Sidão, considerou a reunião proveitosa, principalmente por permitir a integração entre os supervisores das diferentes agremiações.
Já Flávio Pereira, diretor esportivo do Sada Cruzeiro, ressaltou que o encontro serve como ponto de partida para a organização do campeonato, sendo essencial para validar calendário e alinhar expectativas.
Fonte: CBV


























