
Dólar estável abaixo de R$ 4,90 com tensão no Oriente Médio e Focus revisando inflação; Ibovespa sobe
Dólar opera estável a R$ 4,8887, Ibovespa sobe 0,06% com fluxo estrangeiro e expectativa de juros altos; Oriente Médio gera cautela.



Dólar opera estável a R$ 4,8887, Ibovespa sobe 0,06% com fluxo estrangeiro e expectativa de juros altos; Oriente Médio gera cautela.

Ibovespa recua mais de 1% pressionado por Petrobras e bancos, enquanto bolsas asiáticas sobem impulsionadas por tecnologia e inteligência artificial. Wall Street fecha em alta com dados fortes do emprego nos EUA.

A estimativa do mercado para o IPCA subiu pela nona semana consecutiva, superando o teto da meta de 4,5%.

Índice da FGV acelerou fortemente em abril, puxado por petróleo, que contaminou custos industriais, logísticos e de construção. Inflação se espalha por atacado e varejo.

Fundado em Nova Veneza, Grupo La Moda começou com roupas infantis e hoje fatura com marcas como Lança Perfume e My Favorite Things.

Empresário afirma que prioridade é o mercado brasileiro, com meta de 200 lojas até o fim do ano.

Governo renovou contratos de distribuição de energia em 13 estados, prevendo R$130 bi em investimentos. Enel ficou de fora.

O dólar encerrou a sessão de sexta-feira (08) cotado a R$ 4,89, uma queda de 0,59%, atingindo o menor valor em mais de dois anos, impulsionado pela escalada do conflito no Oriente Médio.

A Anfavea projeta vendas de 420 mil a 450 mil carros eletrificados no Brasil em 2024. Em abril, o setor registrou um novo recorde de participação de mercado, atingindo 18,3%.

O Ibovespa registrou queda de 2,38%, atingindo o menor nível desde março, influenciado pela desvalorização do petróleo, resultados corporativos e incertezas geopolíticas entre EUA e Irã. O dólar manteve-se estável.