O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, solicitou à equipe jurídica de Jair Bolsonaro informações adicionais a respeito de uma arma de fogo registrada em nome do ex-presidente. O equipamento foi retido na segunda-feira, 15, durante uma fiscalização de trânsito realizada pela Polícia Militar do Distrito Federal em Taguatinga, região administrativa de Brasília.
No momento da abordagem, o armamento estava com um militar vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional, que dirigia o automóvel. O caso foi inicialmente divulgado pelo portal Metrópoles e posteriormente confirmado pela reportagem da Jovem Pan.
De acordo com informações de fontes consultadas pela Jovem Pan, o servidor do GSI estava amparado pelo porte funcional de arma, benefício que permite a agentes públicos portarem armamentos em função de suas atividades profissionais. Quando os policiais o interrogaram, ele afirmou que a arma apresentava uma falha e que a levava para conserto.
Depois de prestar declarações na delegacia, o militar foi solto. Contudo, a arma ficou sob custódia da polícia para passar por perícia e análise técnica.
O episódio foi remetido à 21ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga Sul. A unidade vai investigar as condições do transporte, checar a documentação exibida e verificar se a posse do armamento de Bolsonaro por outra pessoa era legal.
A Jovem Pan entrou em contato com os advogados do ex-presidente, mas não houve resposta até o fechamento da matéria. O espaço para manifestação segue disponível.
Fonte: Jovem Pan





















