ESCLEROSESUS incorpora edaravona para tratamento de ELA em estágio inicial

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O Ministério da Saúde anunciou a inclusão da edaravona no Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento de pacientes adultos com esclerose lateral amiotrófica (ELA) em fases iniciais da doença. A medida, publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (21/7), beneficia portadores nos graus 1 e 2 e com tempo de diagnóstico igual ou inferior a dois anos.

De acordo com a portaria, as áreas técnicas responsáveis terão até 180 dias para implementar a oferta do medicamento na rede pública. A edaravona é uma droga que atua como antioxidante, visando retardar a progressão da degeneração neuronal característica da ELA.

A esclerose lateral amiotrófica é uma condição neurodegenerativa que afeta os neurônios motores, responsáveis pelo controle dos movimentos voluntários. Segundo o Ministério da Saúde, a doença leva à perda gradual de funções como andar, falar, engolir e respirar. Ela surge com maior frequência entre os 55 e 75 anos de idade. Na maioria dos casos (mais de 90%), a causa é desconhecida, enquanto menos de 10% têm origem hereditária. Apesar dos impactos motores, a doença geralmente não afeta capacidades cognitivas como inteligência, memória, visão, audição, olfato, paladar ou sensibilidade ao toque.

Fonte: Metrópoles

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