RENOVANDO ESPERANÇACBF promete volta mais forte após eliminação precoce do Brasil na Copa

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) publicou uma mensagem em suas plataformas digitais na noite deste domingo, logo após a eliminação da seleção brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A derrota foi para a Noruega, em partida realizada no estádio Ullevaal, em Oslo.

No comunicado, a entidade agradeceu o apoio dos torcedores e projetou um futuro de reconstrução. “A história da Seleção Brasileira é feita de grandes conquistas, mas também de momentos que fortalecem nosso caminho. Hoje nos despedimos da Copa do Mundo, certos de que voltaremos ainda mais fortes. Obrigado, torcida brasileira”, escreveu a CBF.

Com o revés, o Brasil amplia seu período sem títulos mundiais para 28 anos. O último troféu foi conquistado em 2002, nas Copas da Coreia do Sul e do Japão. Desde então, a equipe acumula seis eliminações consecutivas em fases decisivas de Mundiais.

Desta vez, a queda veio ainda nas oitavas de final, fase inédita no formato expandido da competição. A Noruega, adversária considerada tecnicamente inferior, impôs à seleção canarinho mais um revés contra um país europeu em Copas.

Nas edições anteriores, o Brasil também foi eliminado por seleções da Europa. Em 2006, caiu nas quartas para a França; em 2010, perdeu para a Holanda na mesma fase; em 2014, foi goleado pela Alemanha por 7 a 1 na semifinal; em 2018, perdeu para a Bélgica nas quartas; e em 2022, foi superado pela Croácia, também nas quartas.

O histórico recente evidencia a dificuldade da seleção diante de rivais europeus em momentos críticos. A derrota para a Noruega, embora inesperada, é mais um capítulo dessa sequência negativa que já dura mais de duas décadas.

Internamente, a CBF e a comissão técnica, liderada por Carlo Ancelotti, terão de reavaliar o planejamento para o próximo ciclo. A expectativa criada em torno de Neymar e de um elenco ainda em formação não se concretizou, e o sonho do hexa fica adiado por pelo menos mais quatro anos.

Fonte: O GLOBO

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