As principais bolsas de valores da Ásia encerraram o pregão desta terça-feira (14) predominantemente no campo positivo. O otimismo foi impulsionado pela recuperação do setor de tecnologia, após fortes perdas no dia anterior, e por indicadores econômicos chineses que vieram acima das expectativas do mercado.
Em Tóquio, o índice Nikkei avançou 0,74%, fechando aos 67.743,50 pontos. O destaque ficou com o SoftBank Group, que disparou 3,3% após seu presidente, Masayoshi Son, ter rechaçado, durante evento da empresa na capital japonesa, a tese de que o setor de investimentos em inteligência artificial vive uma bolha. A holding possui participações significativas em empresas de IA.
Na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,73% em Seul, para 6.856,83 pontos, recuperando-se parcialmente do tombo de quase 9% registrado no pregão anterior. As ações da Samsung Electronics e da SK Hynix, que juntas representam mais da metade do peso do índice, avançaram 3,34% e 3,69%, respectivamente, puxadas pela demanda por semicondutores.
Na China continental, o Xangai Composto teve ganho de 1,36%, atingindo 3.967,13 pontos, enquanto o Shenzhen Composto, mais amplo, subiu 2,26%, para 2.626,15 pontos. Dados oficiais mostraram que as exportações chinesas saltaram 27% em junho na comparação anual, bem acima do previsto. As importações também surpreenderam positivamente. Analistas do ING avaliaram que os números devem ter sustentado o crescimento da segunda maior economia mundial no segundo trimestre.
Em Hong Kong, o Hang Seng registrou ganho modesto de 0,52%, fechando a 24.340,73 pontos. Já em Taiwan, o Taiex caiu 1,42%, para 44.737,95 pontos. O apetite por risco prevaleceu na região apesar do cenário geopolítico tenso, com o petróleo Brent subindo 4% durante a madrugada, após ter disparado 9,6% no dia anterior, diante de novos ataques entre Estados Unidos e Irã.
Na Oceania, a bolsa australiana encerrou o dia praticamente estável, com o S&P/ASX 200 aos 8.808,50 pontos. O mercado aguarda agora novos desdobramentos das tensões no Oriente Médio e indicadores econômicos dos Estados Unidos.
Fonte: CNN Brasil

























