O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações contundentes nesta quinta-feira (16) ao acusar a China de interferir no processo eleitoral norte-americano. Em pronunciamento oficial, o republicano anunciou que seu governo irá divulgar uma série de relatórios de inteligência que, segundo ele, comprovam ações de Pequim para influenciar as eleições.
De acordo com Trump, a China teria agido deliberadamente para impedir sua reeleição em 2020, pleito no qual foi derrotado pelo democrata Joe Biden. Ele mencionou que os documentos mostram que, já em 2018, o Partido Comunista Chinês estabeleceu como meta reduzir os votos do então presidente.
O líder norte-americano detalhou que os relatórios indicam interferência nas eleições de meio mandato de 2018, que renovaram o Congresso. Segundo Trump, Pequim teria feito de tudo para destacar supostos problemas de sua gestão, com o objetivo de enfraquecê-lo politicamente.
Em suas declarações, Trump afirmou: “Eles queriam que eu perdesse as eleições, porque sabiam que eu não era favorável a eles. Eu impus tarifas no valor de bilhões de dólares e construí o Exército mais forte do mundo.” Ele também alegou que a China criou uma unidade específica para monitorar e atuar nas eleições americanas.
O republicano foi além, acusando Pequim de ter roubado dados de dezenas de milhões de eleitores em 18 estados norte-americanos. Ele classificou a situação como “um pesadelo eleitoral sem precedentes”.
Trump anunciou ainda novas medidas para proteger a integridade das eleições nos EUA, incluindo a remoção de pessoas sem direito ao voto, o fim do voto por correio e a exigência de título de eleitor com foto. As acusações aumentam a tensão nas relações entre Washington e Pequim, em um momento de disputa comercial e geopolítica.
Fonte: Jovem Pan

























