As empresas listadas na Bolsa brasileira perderam R$ 963 bilhões em valor de mercado
entre os fechamentos de 23 e 30 de outubro de 2026. O levantamento da Elos Ayta,
divulgado pelo InfoMoney, dimensiona a retração nos cinco pregões da semana.
No período, o Ibovespa caiu 18,12%. A pressão sobre os ativos brasileiros ocorreu em
meio à aversão ao risco no exterior e às preocupações dos investidores com juros e
contas públicas no país.
Em Santa Catarina, a WEG seguiu na direção oposta. Os papéis da indústria de Jaraguá do
Sul passaram de R$ 42,73 para R$ 48,36. O cálculo direto entre essas cotações resulta em
valorização de 13,18%.
Com base nos preços e no número de ações da companhia, o ganho estimado foi de R$ 23,63
bilhões em valor de mercado. A avaliação da empresa passou de aproximadamente R$ 179,35
bilhões para R$ 202,98 bilhões. O cálculo considera constante a quantidade de cerca de
4,197 bilhões de ações.
O contraste mostra que a queda da Bolsa não atingiu todas as companhias da mesma forma.
Mesmo em uma semana de forte retração do índice, a WEG esteve entre os destaques
positivos do mercado.
Valor de mercado corresponde à avaliação das ações da empresa em Bolsa. Sua variação não
equivale a lucro ou prejuízo operacional, nem significa que o montante entrou ou saiu do
caixa da companhia.
Nos próximos pregões, o comportamento das cotações mostrará se o mercado brasileiro
recupera parte das perdas e se a WEG sustenta a valorização. Juros, câmbio e resultados
das empresas seguirão no radar dos investidores.
























