A cotação do dólar registra alta na manhã desta sexta-feira (12), influenciada por preocupações com a inflação brasileira e o agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio. O movimento ocorre após a moeda ter fechado em baixa na véspera e em meio à expectativa dos investidores com a estreia da SpaceX na Bolsa de Nova York.
Na quinta-feira (11), o dólar comercial encerrou o pregão com queda de 1,37%, negociado a R$ 5,1010. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, teve alta de 1,71%, aos 171.497 pontos, puxado por ingressos de capital estrangeiro e maior propensão ao risco por parte dos agentes financeiros.
Por volta das 9h20 desta sexta, o dólar operava em alta de 0,26%, sendo cotado a R$ 5,1141. A valorização reflete um ajuste após a desvalorização expressiva do dia anterior, além da manutenção de um ambiente de cautela diante de incertezas externas e das perspectivas para a política monetária global.
No acumulado semanal, a moeda norte-americana registra queda de 1,08%. No mês, a alta é de 1,16%, enquanto no ano o dólar acumula desvalorização de 7,06% frente ao real.
O Ibovespa começa o pregão de hoje com a abertura programada para as 10h, após ter acumulado ganhos consistentes na sessão passada. O índice segue sustentado por setores ligados a commodities e pelo fluxo de capital estrangeiro. No balanço semanal, o Ibovespa sobe 1,47%; no mês, recua 1,32%; e no ano, avança 6,44%.
Dentre os fatores que influenciam o mercado nesta sessão, destacam-se as expectativas em torno da inflação no Brasil, as tensões geopolíticas no Oriente Médio, os movimentos de risco no cenário global e a reprecificação de ativos após ganhos recentes. A estreia da SpaceX na Bolsa de Nova York também atrai a atenção dos investidores internacionais.
A perspectiva para o dia é de cautela, com os participantes do mercado ajustando posições após a forte volatilidade recente. O comportamento do dólar ao longo da sessão deve permanecer sensível a indicadores econômicos e ao humor externo, enquanto o Ibovespa tende a reagir ao fluxo estrangeiro e ao desempenho das commodities.
Fonte: Portal do Agronegócio
























