O pré-candidato à Presidência Augusto Cury afirmou que a elite produtiva brasileira precisa se engajar mais ativamente no processo político do país. A declaração ocorreu durante sabatina promovida pela Brasil Paralelo, quando foi questionado sobre a atuação de empresários, intelectuais e grandes lideranças nacionais.
Segundo Cury, setores como indústria, mercado financeiro, agronegócio e comércio têm responsabilidade de participar das decisões públicas. Para ele, a ausência desses grupos permite que uma minoria da classe política domine os rumos da nação.
O pré-candidato alertou que, sem o envolvimento desses segmentos, o país continuará sendo conduzido por um pequeno grupo político. Ele defendeu que a elite precisa sair da zona de conforto e assumir seu papel na construção de um projeto nacional.
Cury também criticou políticos que, em sua visão, não têm experiência prática nas áreas que pretendem administrar. Ele citou exemplos de candidatos que nunca plantaram uma horta, mas querem definir políticas para a agricultura brasileira.
Na mesma linha, o pré-candidato estendeu a crítica ao campo empresarial. Segundo ele, muitos políticos querem decidir sobre comércio e indústria sem jamais terem empreendido ou colocado recursos próprios em risco.
“Quem vence sem riscos triunfa sem glórias”, disse Cury, reforçando a necessidade de líderes que conheçam na prática os desafios do setor produtivo. Ele lembrou que a indústria brasileira perdeu mais de 30% de sua participação no PIB nos últimos 40 anos.
O pré-candidato concluiu que, para reverter esse quadro, é essencial que líderes do setor produtivo se envolvam diretamente no debate político. A fala faz parte da série de sabatinas da Brasil Paralelo com os pré-candidatos à Presidência em 2026.
Fonte: Brasil Paralelo Notícias
























