INDÚSTRIA NACIONALProdução industrial avança 0,1% em março, acumula 3,1% em 2024 e supera pré-pandemia

A produção industrial nacional avançou 0,1% em março, o terceiro mês seguido de crescimento, acumulando alta de 3,1% em 2024, e superou em 3,3% o patamar pré-pandemia.

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A produção industrial brasileira registrou alta de 0,1% em março, marcando o terceiro mês consecutivo de crescimento. Com esse avanço, o setor acumula uma expansão de 3,1% em 2024, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quinta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado posiciona a indústria 3,3% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), embora ainda esteja 13,9% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

O levantamento do IBGE apontou avanço na produção em todas as quatro grandes categorias econômicas e em oito dos 25 ramos industriais pesquisados na comparação entre fevereiro e março.

“Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,2%) e produtos químicos (4,0%), com a primeira marcando o quarto mês consecutivo de crescimento e acumulando expansão de 11,5% neste período; e a segunda eliminando o recuo de 1,5% verificado em fevereiro”, explicou André Macedo, gerente da PIM. Outras contribuições significativas para o resultado positivo da indústria vieram de veículos automotores, reboques e carrocerias (1,1%), metalurgia (1,2%) e máquinas e equipamentos (1%).

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Por outro lado, 16 das atividades pesquisadas registraram queda na produção. As principais influências negativas para a média da indústria foram exercidas por bebidas (-2,9%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-3,9%). O setor de bebidas interrompeu três meses consecutivos de avanço, nos quais acumulou crescimento de 8,5%, enquanto o segmento de máquinas elétricas intensificou a queda de fevereiro de 2024 (-2,3%).

O IBGE também destacou impactos negativos em móveis (-6%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-4,1%), produtos alimentícios (-0,5%), manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-3,9%), celulose, papel e produtos de papel (-1,3%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-2,3%), produtos de madeira (-4,4%) e produtos de borracha e de material plástico (-1,1%).

Fonte: Agência Brasil

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