Uma comitiva formada por representantes do poder público municipal, lideranças comunitárias e membros da diretoria do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) realizou, na última semana, uma visita técnica a uma área localizada no município de Torres, no Litoral Norte gaúcho. O objetivo do encontro foi avaliar as condições do terreno indicado pela prefeitura para a futura construção do campus definitivo da instituição na cidade.
Atualmente, o IFRS opera em Torres em instalações provisórias, o que limita a expansão de cursos e o atendimento a um número maior de estudantes. A consolidação de um espaço próprio é considerada essencial para o desenvolvimento do projeto educacional na região, que hoje oferece vagas em diferentes modalidades de ensino técnico e superior.
Durante a atividade, os participantes percorreram o local, analisaram a topografia, o acesso viário e a infraestrutura disponível nas proximidades. Também foram discutidos aspectos como a necessidade de estudos de impacto ambiental, a viabilidade de conexão com redes de água e energia e o potencial para futuras ampliações físicas do complexo educacional.
O prefeito de Torres, que esteve presente na vistoria, destacou a importância da parceria entre o município e o IFRS. Ele lembrou que a vinda de um campus definitivo representa não apenas a melhoria das condições de ensino, mas também um vetor de desenvolvimento econômico e social, com a geração de empregos diretos e indiretos e a qualificação profissional da população local.
O reitor do IFRS, que também participou da agenda, reforçou o compromisso da instituição com a interiorização do ensino federal. Ele ressaltou que o projeto está alinhado com a política de expansão dos institutos federais no estado e que a escolha do terreno é uma etapa fundamental para que Torres seja contemplada com uma estrutura adequada às demandas da comunidade acadêmica.
Além das lideranças políticas e acadêmicas, estiveram na visita representantes de movimentos sociais, empresários locais e membros do Conselho Municipal de Educação. A mobilização da sociedade civil é vista como um fator positivo para acelerar os trâmites burocráticos e garantir que o processo avance com agilidade junto ao Ministério da Educação.
Segundo a diretora do campus avançado, a expectativa é que, após essa etapa de avaliação, sejam elaborados os projetos arquitetônicos e de engenharia para a nova unidade. Ela adiantou que, em paralelo, estão sendo articuladas parcerias com outras entidades para viabilizar recursos financeiros e técnicos. A meta é que, no prazo de dois a três anos, as obras tenham início e o novo campus esteja em pleno funcionamento, consolidando Torres como polo educacional do Litoral Norte.
Fonte: Pref. Torres


























