O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), agenda para esta terça-feira (30) uma reunião com os representantes legais do ex-presidente Jair Bolsonaro. O encontro ocorre antes de o magistrado definir se mantém ou não a prisão domiciliar humanitária concedida ao político, após a descoberta de uma arma de fogo em poder do ex-chefe do Executivo.
O benefício, que tinha prazo inicial de 90 dias, expirou na última quinta-feira. A arma foi localizada com um militar do Exército durante uma abordagem da Polícia Militar no Distrito Federal, conforme revelou o site Metrópoles em reportagem da colunista Mirelle Pinheiro.
Moraes classificou a posse do armamento como uma transgressão grave durante o cumprimento da prisão domiciliar e destacou que a Lei de Execução Penal estabelece sanções para quem descumpre as regras, incluindo a possibilidade de revogação da medida cautelar. Em manifestação enviada ao STF no sábado, a defesa de Bolsonaro negou que tenha havido falta grave e solicitou a continuidade do recolhimento em casa para o cumprimento da pena.
Fonte: Diário do Brasil Notícias























