
Analista vê incerteza com reação brasileira a tarifaço dos EUA
Impacto imediato das novas tarifas americanas sobre produtos do Brasil é limitado, mas resposta do governo gera apreensão.



Impacto imediato das novas tarifas americanas sobre produtos do Brasil é limitado, mas resposta do governo gera apreensão.

Medida americana impõe sobretaxa de 25% sobre parte relevante dos embarques do setor, mas 63,5% ficam de fora.

Presidentes de comissões de Relações Exteriores condenam postura brasileira e defendem diálogo para evitar impacto nas tarifas norte-americanas.

Deputado Lindbergh Farias afirma que medida é articulação de Bolsonaristas e defende retaliação via Lei da Reciprocidade, mas não cita omissão do Governo Lula.

Secretário de Estado dos EUA afirma que presidente brasileiro priorizou o próprio ego em vez de buscar acordo.

Sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros preocupa CNI, Fiesp, FIEMG e Amcham, que apontam perda de competitividade e pedem diálogo.

Governo brasileiro inicia trâmites para retaliar tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos a produtos nacionais.

Além disso, mencionou as tarifas preferenciais concedidas a Índia e México, a baixa pontuação do Brasil no Índice de Percepção da Corrupção — 35 pontos em 2025.

Prazo termina nesta quarta; equipes técnicas se reuniram pela quinta vez sem acordo.

Após um ano de investigações, o governo americano anuncia nesta quarta-feira se adotará a sobretaxa. Presidente Lula parece gostar disso.